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O que faz você e as pessoas ao seu redor rirem? O humor de cada um funciona de um jeito - tem quem junte as pessoas com ele, tem quem o use para manter a calma diante dos próprios perrengues, tem quem comente o mundo e tem quem prefira ser o próprio alvo. O teste mede os quatro estilos separadamente e transforma o seu mix em um dos doze perfis - inclusive o que o seu repertório traz para você e o que ele custa.
O teste não mede se você é engraçado, e sim para que o humor serve a você - e o que justamente esse seu repertório traz e tira.
Quatro escalas independentes: humor agregador, fortalecedor, ácido e autodepreciativo. Elas não se excluem e não somam cem por cento, então dá para ficar alto em várias ao mesmo tempo.
O estilo mais forte e aquele que vem logo atrás formam juntos um dos doze perfis - do Animador descontraído ao Autoirônico ácido - e com ele vem o seu lugar no mapa do humor.
Onde o seu repertório ajuda você, onde ele range e como dosá-lo nos relacionamentos, no trabalho e nos momentos em que o clima aperta. Os conselhos mudam de perfil para perfil, porque a sua combinação também muda.
Em cada afirmação, você indica numa escala de 1 a 5 o quanto ela descreve você. Responda pelo jeito como você se comporta no dia a dia, não por aquela noite excepcionalmente boa.
A partir das respostas, calculamos na hora a pontuação dos quatro estilos, colocamos você no mapa do humor e, do estilo mais forte e do segundo mais forte, determinamos o seu perfil.
Na versão ampliada, você recebe o perfil completo do seu humor e dicas concretas de como lidar com ele nos relacionamentos, no trabalho e nos momentos tensos.
Os estilos nascem de duas perguntas: que tom o seu humor tem (gentil ou ácido) e para quem ele mira (para você ou para os outros). Duas escolhas vezes duas dão quatro estilos - e medimos cada um deles separadamente.
O teste de estilos de humor não responde à pergunta se você é engraçado, e sim à pergunta para que o humor serve a você - e isso é uma coisa completamente diferente. Quem se pergunta “que senso de humor eu tenho” normalmente não está atrás de uma nota, e sim de uma descrição: do que você ri, quando recorre a uma piada e quem costuma ser o alvo dela. É exatamente isso que o teste mede. Ele tem 24 itens próprios, seis para cada um dos quatro estilos, e calcula a sua pontuação em cada um deles separadamente.
Os quatro estilos nascem de duas perguntas simples. A primeira é o tom: o seu humor é gentil ou ácido? A segunda é o alvo: ele mira nos outros ou em você mesmo? Um tom gentil apontado para fora é o humor agregador, que junta as pessoas e faz o grupo relaxar. Gentil apontado para dentro é o humor fortalecedor, ou seja, a calma diante dos próprios perrengues. Ácido apontado para fora é o humor ácido - provocação, alfinetada, o comentário bem colocado. E ácido apontado para dentro é o humor autodepreciativo, em que o alvo é você mesmo. As escalas, porém, são independentes: não se excluem e não somam cem por cento, então dá para ficar alto em duas ou até em três ao mesmo tempo. Por isso o resultado não é uma caixinha, e sim um mix - e do estilo mais forte e do segundo mais forte nasce um dos doze perfis, do Animador descontraído ao Autoirônico ácido.
O teste parte da pesquisa sobre estilos de humor, que Rod Martin desenvolveu na psicologia, mas os itens e a avaliação são nossos. Por isso, tome o resultado como um perfil de autoconhecimento aproximado, não como um diagnóstico - e, acima de tudo, não como uma sentença: o humor ácido não é um defeito de caráter e a autoironia não é falta de autoestima; nos dois casos, quem decide é o contexto e a dose. O estilo de humor, aliás, se liga também à personalidade. Nas pesquisas, o humor agregador costuma andar de mãos dadas com a extroversão e a amabilidade, ou seja, com duas das cinco dimensões do teste Big Five, enquanto o humor ácido costuma vir associado aos traços que o teste da tríade sombria mapeia. São médias entre milhares de pessoas, não regras sobre um indivíduo - se você somar as duas coisas ao humor, vai enxergar o quadro inteiro.
Ele mede quatro estilos de humor separadamente: o agregador (você usa o humor para juntar as pessoas), o fortalecedor (o humor é o seu apoio interno), o ácido (você provoca e comenta) e o autodepreciativo (o alvo é você mesmo). As escalas são independentes, então dá para ficar alto em duas ou até em três ao mesmo tempo - o resultado não é uma caixinha, e sim um mix. Do estilo mais forte e do segundo mais forte nasce um dos doze perfis.
Não é. O humor ácido nomeia aquilo que todo mundo vê e ninguém diz e, entre pessoas que confiam umas nas outras, a provocação funciona como sinal de proximidade. Ao mesmo tempo, ele acontece à custa de alguém, então quem decide se aquilo aproxima ou corta não é a sua intenção, e sim o contexto e a dose. É uma ferramenta com fio dos dois lados - não um defeito de caráter. E o contrário também vale: a autoironia não é automaticamente falta de autoestima.
Dá para trabalhar com ele. O estilo de humor é, em boa parte, um hábito - uma jogada aprendida a que você recorre no automático porque ela deu certo com você. Um hábito se desloca mais devagar do que uma decisão, mas com certeza não é uma sentença: quem percebe quando e por que recorreu ao seu repertório de sempre costuma descobrir, em algumas semanas, que tem escolha. E o objetivo não é trocar de estilo, e sim ampliar a oferta.
Cerca de 3 minutos. São 24 afirmações curtas e, em cada uma, você escolhe o quanto ela descreve você.
O perfil completo do seu humor - como o seu mix se monta, como ele aparece no trabalho e em casa e onde ele costuma custar a você mais do que você espera. Junto com isso, o mapa do humor com o seu lugar entre o tom e o alvo, os indicadores gerais e a largura do seu repertório. E, acima de tudo, a seção Humor na prática: dicas concretas para os relacionamentos, para o trabalho, para os momentos tensos e para a dosagem do seu estilo principal.
24 perguntas. 3 minutos. Resultados na hora.
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